sexta-feira, 10 de junho de 2011

Quem quer ser perfeito?

    O título chamativo da postagem não tem outro objetivo senão esse, de ser simplesmente chamativo. Porém, mesmo sendo chamativo, apenas o titulo não é capaz de se explicar sozinho. 
    Estava "navegando" na internet e pensando qual seria a postagem de hoje, qualquer coisa não era suficiente, era preciso pelo menos um tema interessante. Como a internet não se resume a "twitter", "facebook" e "msn", há ainda inúmeros sites que são ótimos veículos não somente de informação, mas de atualidades e notícias interessantes abordando tecnologia, ciência, entre muitos outros temas. 
    TED é um deles, e exatamente o responsável pelo vídeo o qual dedico a postagem de hoje.
    O especialista em ética médica Harvey Fineberg mostra-nos três possíveis caminhos para uma espécie humana em constante evolução: deixar completamente de evoluir, evoluir naturalmente, ou controlar os próximos passos da evolução humana através da alteração genética, de forma a nos tornarmos mais inteligentes, mais rápidos, enfim melhores. A neo-evolução está ao nosso alcance. O que faremos com ela?
     Mas chega de prévia, vamos direto ao vídeo que se explica muito bem. (Para postagem não foi possível um vídeo legendado, porém há o vídeo com legendas aqui)

                               

    Depois dessa brilhante e otimista aula de biologia, pergunto qual a posição do leitor perante isso? estamos preparados para a neo-evolução, e, se me permite dizer, a quase perfeição? Tal assunto não pode ser tratado nem ao menos concluído sem antes levantar milhares de outras questões, a saber se estamos preparados para tal avanço. Temos autoridade para modificar, impor, ao organismo que ainda vai vir qualidades que são "belas" apenas para nós? A perfeição parece magnífica, mas realmente estamos dispostos a deixar todas as nossas imperfeições, que nos definem como somos de maneira única, para simplesmente "andar na moda" da nova evolução?.
    Sem dúvida, tal idéia anima e enche de otimismo as gerações futuras e com razão. Mas não é o único lado que pode ser analisado.

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